Benediximus

Por várias vezes eu pensei em escrever esse texto, mas confesso que não me sentia à vontade para fazê-lo. Não sou hipócrita. Muito pelo contrário. Sou visceral. Se entro em uma batalha o faço de corpo e alma, sem reservas. Talvez por isso me identifique tanto com o Presidente eleito Jair Messias Bolsonaro, a quem já admirava e acompanhava muito tempo antes dele se lançar candidato nestas eleições.

Pois bem.

Não é segredo para ninguém que desde 2017, quando escrevi o texto “O nome é Ana, Juliana ou Roseana” que fui um entusiasta da candidatura da Governadora Roseana Sarney. Sempre entendi que seus governos foram mais realizadores do que o governo de quem foi reeleito. Contudo, infelizmente não foi esse o entendimento de boa parte do Maranhão. Os motivos para o resultado das eleições não caberiam em um único texto e nem mesmo em uma única Ação de Investigação Judicial Eleitoral ou Ação de Impugnação de Mandato Eletivo no que concerne às práticas que entendo ilícitas, razão pela qual vou me abster de comentá-las, pelo menos por enquanto. No campo político, tenho convicção de que é necessário repensar conceitos e práticas, notadamente no que concerne a aprender a ser oposição. Outro aspecto de fundamental importância é entender a necessidade de renovação dos quadros e recompor as alianças. Além de dinheiro para uma estrutura competitiva, quem vence eleição é grupo proativo, não quem se abate na primeira adversidade ou que lança dúvidas diárias sobre a viabilidade do projeto. Quem sai na chuva é pra se molhar, curtir  ou gripar, mas sempre sabendo as consequências de sair do aconchego do lar.

É bem verdade que não vi nada nos últimos anos enquanto ações administrativas que justificassem uma reeleição. Vi tímidos lampejos daquele que seria um governo de mudança. Nem de longe se aproximou do divisor de águas que foi a eleição de José Sarney. Pior, dizer que sepultou a oligarquia soou como uma piada, seja porque esta nunca houve na acepção da palavra e segundo porque o Presidente não participou da campanha. Seu nome e legado jamais serão alcançados, razão pela qual a admiração por sua pessoa e trabalho estão até mesmo em quem o combate, mesmo ele não estando no front.

Não soubemos vencer, essa é a grande verdade. Temos um Estado ineficiente em que se governa olhando pelo retrovisor e aonde se visa apenas objetivos pessoais. Temos um governo que não pensa, pelo menos não demonstra, no futuro dos maranhenses, mas de um maranhense cujo ego parece não ter limite. Acabou uma eleição, mas parece que o ator que recebeu o aplauso quer agora ser aplaudido em escala nacional. O foco agora é 2022.

Espero sinceramente estar errado.

Acredito que seja possível repensar e trabalhar pelo Maranhão. Não queremos mais os veículos apreendidos e leiloados; chega de altos impostos; queremos sair nas ruas com tranquilidade e não expostos à insegurança que nos encarcera em nossas casas; queremos um sistema de saúde que funcione, com médicos e servidores bem remunerados e com fornecedores pagos pelo que entregaram; não queremos mais a quebradeira das empresas e o desemprego; buscamos geração de emprego e renda mediante a instalação de novas empresas e ampliação das já existentes, além de educação de qualidade para os nossos filhos. É preciso desenvolver nosso agronegócio, incentivar a cultura e promover o turismo. Por mais que tudo isso pareça pouco, será muito para o nosso povo. Que se pense no hoje para almejar o amanhã.

Lembro de ter recriminado o candidato derrotado para Presidente da República por não ter reconhecido a derrota e não ter ligado ao vitorioso para desejar boa sorte. Foi quando me toquei que também não fiz o mesmo. Não fui candidato nessas eleições e é pouquíssimos provável que volte a ser algum dia. Contudo, assim como falei em uma recente sustentação oral ainda nessas eleições, mesmo os inimigos podem e devem se respeitar, quanto mais os adversários.

Se tantas críticas fiz e faço, não posso me furtar a desejar que nesse novo governo o vitorioso possa, na proporção da perda de peso (não poderia perder a piada, hehehe ) para deixar no passado os apelidos de baleia, papada de porca e tantos outros, ganhar em densidade administrativa para solucionar os problemas do Maranhão e entrar para a história como algo mais que um produto de marketing. Não liguei também por não ter o número, se bem que é provável que ele não atendesse. Assim, faço-o por este canal. Se chegará a ele são outros quinhentos. 

Assim, àquele que conduzirá por mais quatro anos os destinos do Maranhão e a sua equipe, benediximus.

Camisa amarela e Bolsonaro

Hoje amanheci pensativo. Lembrei que aos 48 anos sou um cidadão do século passado. Nasci em 1970. Ano do tri-campeonato de futebol; do brilho de Pelé, Gerson, Clodoaldo, Calos Alberto, Tostão, Jairzinho, Rivelino. Tempo de ditadura, expressão que muitos anos depois soube se referir aos Governos Militares.

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Muito politizado desde menino, aprendi na escola que ditadura era ruim e que tinha que ser restaurada a democracia. No Maranhão aprendi, também na escola, que José Sarney era um homem mau e que era preciso ter a alternância de poder. Cresci. Evolui. Com o tempo descobri que não era nada disso. Constatei que o regime não era prejudicial ao povo e que Sarney era apenas um homem combatido por ser realizador e vitorioso e, por conta disso, difamado ou injuriado por quem queria não uma alternância de poder, mas sim e tão somente alcançar e se perpetuar no governo.

Na minha infância aprendiamos a amar o Brasil acima de tudo. Estudavamos os hinos, honrávamos os símbolos nacionais, sendo a nossa bandeira muito mais que um pano colorido com uma frase no meio. Ordem e Progresso tinha um significado ímpar de amor à Pátria, correção de postura e de buscar o crescimento. Estudávamos Organização Social e Política Brasileira-OSPB e Educação Moral e Cívica. Tínhamos amor à Pátria.  Insegurança não existia e no nosso País bandido que tentasse cantar de galo virava canja. Vivíamos o milagre econômico, sendo o Brasil reconstruído e preparado estruturalmente para o futuro. Construímos Itaipu bi-nacional; as Usinas de Angra dos Reis; grandes estradas; desenvolvemos a indústria e geramos empregos. Aqui no Maranhão vi a Construção da BR 135, da 316, da Santa Luzia/Açailândia, o Porto do Itaqui, a energia de Boa Esperança (obras conseguidas junto ao Governo Militar por José Sarney); a ponte Bandeira Tribuzi, o Complexo esportivo do Castelão (obras do Governo João Castelo), a subestação de Imperatriz conseguida pelo hoje Senador Edson Lobão, e tantas outras importantes obras.

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No Brasil, todos tinham oportunidades. O desemprego era pequeno e muitos milhões viviam felizes, exceção daqueles que queriam devolver o poder aos civis, por pura ambição pessoal, criando para tanto movimentos revolucionários acompanhados de sequestros, roubos a banco, luta armada, guerrilha, etc., como por exemplo José Dirceu, José Genuíno, Vladimir Palmeira,  Lula, etc., muitos dos quais do PT, hoje residentes nos presídios da papuda em Brasília, em Bangu no Rio de Janeiro e outros nos presídios comuns ou federais de Curitiba graças à operação Lava-jato, ao esforço da força conjunta do Ministério Público e da Polícia Federal e da determinação do Juiz Sérgio Moro, tantas vezes tecnicamente criticado pelo titular deste blog, mas que merece respeito por tudo o que fez pelo Brasil no combate à corrupção.

Já não sou mais o polêmico e revolucionário líder estudantil de outrora. Não sou mais o estudante que, um dia, trabalhou pela criação do grêmio estudantil do Colégio Dom Bosco do Maranhão. Cresci e evolui. Acho que devo ter virado um Pokémon. Hehehe.

Ao longo dos anos, pude rever meus conceitos e aprendi a distinguir o certo do errado. Descobri que o discurso é completamente dissociado da prática. Que bom mesmo era quando o País se estruturava, tínhamos trabalho, boa saúde e educação de qualidade (meu pai estudou no Liceu, escola pública portanto, e fez Direito em universidade pública – UFMA – e se formou dentro do período dos governos militares). Descobri que José Sarney foi um divisor de águas entre um Maranhão desestruturado e provinciano e o Maranhão de hoje. Foi ele quem, de uma forma ou de outra, direta ou indiretamente, conseguiu prepar o Estado para se tornar uma potência nacional do futuro.

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No próximo dia 28/10, o brasileiro irá às urnas para dizer sim à moralidade, à retomada do crescimento e ao combate à corrupção. Riscaremos do mapa uma organização criminosa que saqueou o Brasil e apostaremos em um novo amanhã, fulcrado em alicerces sólidos de moralidade, civismo e respeito à família, aos bons costumes e ao crescimento sob valores cristãos.

Hoje, véspera das eleições, vestirei durante todo o dia minha camisa verde e amarela. Vou me vestir de Brasil. Mostrarei silenciosamente ao meu País que quero ajudar a construir um novo tempo de oportunidade para todos. Um tempo de segurança e justiça social. De saúde e educação. De desenvolvimento e prosperidade. Um tempo sem corrupção. De depuração da política brasileira. Hoje vou gritar bem alto no silêncio que as cores da nossa bandeira podem fazer nosso povo ouvir. Cantarei com orgulho o nosso Hino Nacional.

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No domingo, irei votar juntamente com minha família. No corpo estará  a minha manifestação silenciosa de preferência de voto, seja a camisa verde amarela, seja a camisa que divulgue o mito. No peito estará a certeza de que contribuí para um Brasil que orgulhe cada vez mais aos Brasileiros.

É bom já ir se acostumando. Neste domingo o Brasil gritará para o mundo que chega de corrupção. Vamos bradar para todos que escolhemos um novo amanhã.

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De tudo, resta em mim a certeza de ter feito a melhor escolha. Amanhã, já velho e alquebrado pelo tempo, tenho em mim de que, amparado pelos meus filhos, poderei voltar os olhos para o passado e dizer que ajudei a construir um novo Brasil. Um País para as gerações que virão. Que garanta aos nossos filhos um amanhã de orgulho e sucesso. Que todos possam vestir a camisa verde e amarela a todo instante e não somente em copas do mundo. Que possam vestir não para torcer por uma vitória, mas para bater no peito e dizer, para quem quiser ouvir, que sou brasileiro e tenho orgulho de ser.

Domingo eu vou votar 17. Bolsonaro Presidente.

Brasil acima de tudo. Deus  acima de todos.

Contra o #ele não. Pelo #foradino

Na tarde de hoje tive o desprazer de ver uma das mais deprimentes manifestações políticas dos últimos tempos. No estertor do desespero pela possibilidade de verem o Capitão Jair Messias Bolsonaro chegar à Presidência da República, movimentos de esquerda tendo à frente bandeiras do PT, PC do B, etc, engrossavam uma passeata de LGBTs em que todos tinham no corpo camisas e nas mãos bandeiras com os dizeres #ele não. Quanta baboseira. O #ele não deveria ser usado para referenciar todos aqueles que saquearam o País nos inúmeros escândalos que ficaram conhecidos por mensalão, petrolão e tantos outros e não para um dos poucos políticos do País que defendem a família, que prega a presença de Deus no coração e que não esteve envolvido nos mencionados desvios de recursos públicos.

Não bastasse a patética manifestação, esta culminou com mulheres aos beijos em público com outras mulheres, homens se beijando com outros homens e corpos nus em pleno centro histórico. Uma Sodoma e Gomorra do século XXI encravada nos trópicos. Verdadeira degradação humana. Ridículo, deplorável e desnecessário. Não sou contra LGBTs. Cada qual com a sua preferência. Cada um no seu quadrado. Sou contra essas exibições por auto-afirmação. Entre quatro paredes tudo o que se permitam é válido, mas não em público. Pra quê?

Quando um movimento de depuração da política surge voluntariamente no seio da sociedade tentam abafá-lo esfaqueando o agente central ou com passeatas caricaturadas. Não deu certo. Foi um verdadeiro fiasco.

É preciso que entendam que quando o povo quer, ninguém segura. O povo brasileiro quer eleger Bolsonaro, o mito, uma verdadeira figura que se fez não por intermédio de um marqueteiro, mas pela força das verdades que fala e da honestidade que prega.

Da mesma forma, guardadas as devidas proporções, vivemos hoje no Maranhão a onda azul do 15. Levados pelo amor que sentem por uma mulher guerreira que sempre lhes deu afeto e carinho, multidões saem de suas casas para dizer sim a Roseana e não ao perseguidor Dino. O povo não quer os altos impostos que fecham as empresas e que causam o desemprego; não quer mais ver o choro do vizinho ou parente que perdeu seu meio de transporte porque foi vendido no leilão pelo débito do IPVA; não quer ser tratado nas UPAS ou hospitais a base de Dipirona. O povo quer o desenvolvimento de volta; quer o programa do leite, o viva luz, o viva água e o viva gás que vai chegar; o jovem quer o meu primeiro emprego e quer ter empresas se instalando para poder trabalhar. O povo quer obras; quer saúde de qualidade como tinha antes; quer agricultura e educação. O povo quer o Maranhão de volta. Chega de mentiras e perseguição. O povo quer Roseana e por isso vai votar no 15.

A todos vocês que lerem este texto eu peço que o encaminhem para todos os seus amigos e parentes. Troquem o #ele não pelo #foradino.

Lembrem-se: #quemvotaembolsonaronaovotaemcomunista. #quemamaomaranhãodiznãoprodino

Desmentindo as pesquisas comunistas

Tenho estado ausente desse nosso canal de conversas abertas por estar me dedicando a duas causas que reputo importantíssimas para o Maranhão, quais sejam a formação de jovens universitários no curso de direito e a libertação do maranhense das garras cruéis do comunismo. Não por acaso, venho ao tema para dizer aos meus conterrâneos que Lobão é o 150, Sarney Filho é o 432 e que Roseana é 15.

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A razão desse esclarecimento é simples. Os institutos de pesquisa que trabalham para o atual governo parecem desconhecer esses nomes e esses números,  haja vista que a seguirem com seus prognósticos de intenção de voto teremos uma eleição vencida por WO, ou seja, sem concorrentes ao atual governo. Ora, senhores, se a cada pesquisa somente o papada de porca cresce, juntamente com seus candidatos ao Senado, outro resultado não se pode esperar. Em suma: respeitem a inteligência do povo. Roseana não foi somente governadora por quatro mandatos, ela também foi prefeita por quatro mandatos. Nenhum prefeito, mesmo os grandes Cafeteira, Jackson e Mauro Fecury não fizeram mais por São Luís que ela. Talvez Haroldo Tavares e João Castelo tenham chegado próximo. A Roseana devemos a urbanização da Lagoa da Jansen tornando-a um ponto de turismo e lazer; a recuperação do projeto reviver e a elevação de São Luís a patrimônio da humanidade; todos os elevados com exceção do Alcione Nazaré; as grandes avenidas como a quarto centenário e a via expressa: a ponte que liga a Ferreira Goulart à Carlos Cunha na ilhinha; as Upas; a modernização do Carlos Macieira e a criação do hospital do servidor; o espigão costeiro; os vivas; a igreja de São Pedro na Madre Deus; a recuperação da igreja da Sé: a reestruturação e ampliação da UEMA; etc. No restante do Estado; mais de 800 escolas reformadas; milhares de quilômetros de estradas asfaltadas como a Barra do Corda a Grajaú e de lá a Porto Franco; mais de 60 hospitais construídos; o viva luz; o viva água; o meu primeiro emprego; a atração de grandes empresas para o Estado gerando milhares de empregos diretos e indiretos como a usina de pelotização da Vale; as acearias; as termoelétricas, a Suzano, e muitas outras. Enfim, governos de realizações, de grande importância para o Estado. Seu adversário não chegou nem a 10% de tudo isso e olha que citei pouco perto de tudo que ela já fez.

Ao seu lado na chapa majoritária temos o Senador mais experiente do Brasil, Edson Lobão,  Presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado e ex-ministro por duas vezes das Minas e Energia. O homem que conduziu e implantou o Luz para todos e que tirou da escuridão nada menos que 1 milhão e duzentas e cinquenta mil famílias maranhenses; que quando foi governador ficou conhecido como o governador das estradas de tantas que fez e asfaltou; que conseguiu a duplicação da BR em Imperatriz e o linhão de boa esperança com a construção da subestação de energia de Imperatriz; que nos deu a Avenida Litorânea e que se tornou Consultor da ONU sobre energia. Aonde tem Maranhão tem trabalho de Lobão. Também ao seu lado está o maior Ministro do Meio Ambiente de todos os tempos, um homem respeitado em todo o mundo; inúmeras vezes Deputado Federal. Sem dúvida o Senado é uma casa para pessoas experientes. Seus adversários diretos nem de longe se aproximam deles em Curriculum ou experiência parlamentar ou mesmo de vida.

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Demonstrado tudo isso, devo dizer a vocês que os números apresentados pelos institutos de pesquisa não podem refletir a realidade. Basta ver os arrastões do 15 por todo o Estado. Roseana nunca perseguiu ninguém. Só deu e transmite amor. Seu adversário direto, contudo, é aquele que sucateou a saúde e que em cujo governo se descobriu um escandalo de desvio de 18 milhões de reais hoje sob investigação da Polícia Federal e que resultou até mesmo no suicídio do principal operador do esquema. Foi no Governo do adversário de Roseana que foram tomadas as motos e carros dos trabalhadores do Maranhão; em que se aumentou os impostos que resultaram no fechamento de empresas e no aumento do desemprego. Nunca se viu tanto fornecedor sem receber e até os médicos já chegaram a passar mais de dois meses sem salário. Esse é o Governo do asfalto sonrisal usado desde 2016 para ganhar as eleições no Maranhão, consoante sentenciado pela Juíza de Coroatá. Agora, tudo se repete e outra vez o mais asfalto é usado dentro do período eleitoral para enganar o povo e conquistar seu voto. Esse é o Governo da mentira e da propaganda enganosa. É a primeira vez que um candidato a Governador concorre estando condenado em processo por abuso de poder, sendo declarado inelegível e tendo o pedido de registro de sua chapa impugnado. Sub judice, portanto. O povo do Maranhão não pode ter ficado cego e surdo de uma hora para outra. Não vai repetir o erro de entregar o Governo ao comunismo que apoia os responsáveis pela corrupção do Brasil e os regimes ditatoriais.

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Os arrastões do 15 são a melhor pesquisa e o mais certo termômetro da eleição. Milhares de pessoas saem de suas casas para ver de perto, aplaudir e abraçar a guerreira do povo. Foi assim nas recentes visitas ao baixo Parnaíba em estrondosos encontros em Magalhães de Almeida, São Bernardo, Santana, Santa Quitéria e Brejo; foi assim em Chapadinha e em Barreirinhas; foi assim na região dos cocais; na região do Munim; no médio mearim; na região tocantina com a força do Prefeito Assis e do Vice Ribinha Cunha; está sendo assim em todo o Maranhão. Não por acaso estão desmentindo as pesquisas comunistas. Vamos para o segundo turno meu povo. Temos que libertar o Maranhão do comunismo. Faltam 10 dias para as eleições. Vamos trazer para votar no 15 os indecisos. Mostrem tudo o que Roseana já fez pelo Maranhão e tragam de volta aqueles que se iludiram pela mentira de mudança do comunismo. Ao povo eu peço que não troque seu voto por benefícios passageiros. Se você votar no comunista atendendo ao pedido do seu líder político amanhã você vai se arrepender. É a sua moto ou meio de transporte que poderá estar sendo apreendido e sendo vendido em leilão.

 

#quemvotaembolsonaronaovotaemcomunista

Distribuam esse texto e essa hastag para todos os seus amigos e familiares. Vamos lutar juntos contra os comunistas. Vote no 15.

 

 

Reminiscências de pai

O segundo domingo de agosto é sempre uma data muito aguardada. Nele rendemos homenagens aos nossos Pais e avós e para alguns pouquíssimos bisavós. Alguns, como eu que tive a bênção de Deus de ter filhos, recebem parabéns e presentes.

Não tenho mais avós paternos ou maternos, tampouco bisavós vivos. Tenho pai e é para ele que dedico este ensaio.

Durante boa parte da minha vida eu tive um grande objetivo e este era crescer aos olhos dos meus pais, notadamente dele, meu grande ídolo.

Foi com ele que aprendi a amar o futebol, o que fez de mim um destacado atleta de minha geração. Nossas brincadeiras de passe ao gol em nossa casa do ipase ou as peladas na praia do olho d’água nas tardes de sábado marcam o início de tudo. Defendi por 10 anos a seleção maranhense de FUTSAL, mas todos esses anos de incontáveis vitórias e poucas derrotas não me deixaram mais feliz do que no dia em que joguei contra o SUMOV do Ceará como capitão da seleção maranhense e tive a alegria de vê-lo pela primeira e única vez na arquibancada do Ginásio Costa Rodrigues me vendo jogar. Nem mesmo o sofrimento para conseguir jogar os Jogos Estudantis Brasileiros de 1987 e as memoráveis partidas que fiz em Campo Grande-MS e que me renderam o reconhecimento como melhor goleiro da competição ficaram tão marcadas na minha memória quanto aquele dia em que os campeões brasileiros categoria adulto tiveram que suar a camisa para conseguir empatar com nossa Seleção Juvenil em 2 x 2.

Nunca o recriminei por não acompanhar de perto minhas façanhas futebolísticas. Sempre soube entender que suas ausências estavam ligadas às incontáveis horas de trabalho dedicadas ao crescimento do nosso Estado.

Sim, o garoto de origem humilde do povoado Carema em Santa Rita se tornara, pela força do seu estudo em escola pública e de sua competência, o maior técnico em administração governamental que este Estado já produziu, consoante o imortal Bernardo Coelho de Almeida em sua obra ‘Éramos felizes e não sabíamos ‘.

O aluno de maior nota do Colégio Liceu Maranhense foi aprovado em primeiro lugar para o vestibular da faculdade de direito. O tote de Carema se tornou o Dr. Muniz. O datilógrafo da SUDEMA se tornou o Chefe da Casa Civil do Governo do Estado do Maranhão. O filho de José Bonifácio se tornou o patriarca, orientador e arrimo da Família Muniz.

Meu pai foi muito mais de outros maranhenses que meu. Foi e é de muitos. Sinto indisfarçável orgulho em ver o respeito e admiração de tantos por sua pessoa.

Para mim, restou acompanhar seus passos e tentar ser uma pequena porcentagem do grande homem que ele é.

Por seus exemplos me tornei advogado. Pra distribuir seu espírito de justiça me tornei Juiz eleitoral. Em homenagem a sua dedicação ao trabalho me tornei o juiz que mais julgou na história do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão.

Neste momento em que as lágrimas me banham a face pelas incontáveis lembranças dos momentos especiais vividos, homenageio meu pai em nome de todos os pais e digo muito obrigado por ter feito de mim um homem de bem e um pai amoroso. Estivemos juntos no último domingo. Toda a família reunida em torno de uma grande mesa. Rimos muito e relembramos bons momentos. Do meu lugar eu lhe observava (quantos filhos gostariam de poder estar mais um segundo ao lado dos seus pais). De mim transbordava orgulho. Espero um dia ser para os meus filhos o exemplo de correção que o senhor é para mim e que um dia eles possam ter, de mim, também boas recordações.

Embalos da juventude

As décadas de 70 e 80 talvez tenham sido as épocas de maior e melhor produção do pop brasileiro. Inúmeros artistas ocuparam a cena e escreveram seus nomes na história. Contudo, algumas bandas chegaram chegando e marcaram para sempre a trajetória dos jovens de então, dentre estes estava o titular deste blog.

Durante muito tempo e mesmo nos dias de hoje, o som de bandas como The Fevers, Renato e seus Blue Caps e Os Incríveis enchem a todos que vivenciaram seu auge de alegria e fazem aflorar lembranças de um tempo que não volta mais. Tempo dos bailinhos, das baladas românticas e dos amores marcantes. Tempo do vinil. Letras como as de “Mar de Rosas” (Você bem sabe que não lhe prometia um mar de rosas; nem sempre o sol brilha; também há dias em que a chuva cai…) e “Vem me ajudar” (Vem, vem me ajudar sem seu carinho eu não posso viver; vem, vem me ajudar porque só tenho espinhos no meu caminho…) representam bem o cenário da época e se mostram modernas, conquanto mudam os agentes, mas a realidade das relações se repetem num eterno encontro e desencontro de corações.

Na noite de hoje tive acesso a uma postagem do meu irmão Muniz Filho para nosso primo/irmão Durval que me trouxe incontáveis recordações. A partir dela encontrei no YouTube a gravação do show The Originals que contou com a participação das bandas que aqui mencionei, sendo este apresentado com entusiasmo por ninguém menos que Lobão. Eu tinha naturalmente que dividir com vocês.

Sempre que faço postagens de vídeos que consigo no YouTube fica a preocupação dele ser bloqueado por direitos autorais. Assim, se tiverem dificuldade em acessar se dirijam direto à fonte e procurem esse vídeo. É simplesmente um show inesquecível que conta com os vocais de Almir Bezerra, Ed Wilson, a guitarra de Renato Barros e a participação especial do espetacular Michael Sullivan, do próprio Lobão, do Charle Brown Jr com o Chorão, do vocalista dos titãs Paulo Miklos e do tremendão Erasmo Carlos.

Observa-se sem dificuldade a harmonia dos vocais e a preocupação com bons arranjos, guitarras agressivas em algumas faixas e a força dos metais, além da bateria marcante de Netinho, o qual nos deixou este ano. Ao melhor estilo de bandas de baile, o espetáculo resgata um pouco dos primórdios do nosso rock nacional e fez cantar a platéia que acompanhou a gravação.

Espero que gostem. Para mim foi um reencontro com meu passado e com as bandas, músicas e letras que embalaram minha juventude e que deixaram marcas profundas na minha formação, as quais nem o tempo consegue apagar.

Por uma causa que une o Maranhão

Tempos atrás, o titular deste blog foi convidado por um amigo querido para um projeto desafiador: integrar e ajudar a montar uma equipe para cuidar do jurídico da campanha de Roseana para o Governo do Estado do Maranhão e de Lobão e Sarney Filho para o Senado. Topei na hora. Preciso de desafios para viver. Adrenalina para exercer uma profissão que amo, mas da qual me distanciava a cada dia. Nada melhor que a dinâmica do eleitoral para me restaurar as energias. Montamos uma equipe equilibrada que mistura a experiência dos mais velhos com a tenacidade dos jovens. E que jovens!

Ao longo da pré-campanha que foi até as convenções, esse grupo mostrou que com trabalho e dedicação é possível fazer com que o Davi vença novamente o Golias. Com união foi possível atingir o coração da campanha comunista e obter expressivas vitórias que demonstraram que estar no Governo por si só não faz de você senhor de todas as verdades e que os abusos podem ser reprimidos. Afinal, consoante afirmei hoje, a União não faz somente açúcar.

A união produz vitórias que fazem abaixar a bola dos poderosos e desperta o entendimento geral de que podemos vencer no voto, mas também nos Tribunais. Afinal, conosco estão as guerreiras da guerreira, um destemido grupo de abnegadas profissionais do direito para as quais não existe não. Incansáveis, elas nos mostram a todo instante que precisamos avançar, mesmo sem perder a ternura. Somos gratos a elas a todo instante. Afinal, se apontamos o norte, elas desbravam o território até chegarmos lá. São leoas que, com fome de caçadoras, nos conduzirão aos leões, sede do Governo Estadual, hoje ocupado indevidamente pelo mais corrupto governo de que se tem notícia no Maranhão. Governo de investigados pela Polícia Federal, de presos e conduzidos. Governo em que o arquivo vivo se mata enforcado. Governo que faliu um Estado que recebeu com mais de dois bilhões em caixa; que deve fornecedores e servidores; Governo opressor que tributou como nunca e que apreendeu e leiloou o meio de transporte do povo. Governo que sepultou o sonho dos maranhenses.

Este pequeno núcleo jurídico conquistou feitos memoráveis, dentre os quais é possível destacar a retirada da propaganda institucional das obras e serviços prestados pelo Governo; a retirada de propaganda extemporânea de redes sociais e hoje a retirada das redes sociais das lives feitas durante a convenção comunista. Pura técnica jurídica que não atingiria seu objetivo se não encontrasse no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão Juízes sérios que aplicaram corretamente a norma ao fato concreto. Não poderia jamais deixar de render homenagens ao Juiz Federal Clodomir Reis, com quem tive a honra de ter assento no Pleno do Tribunal, e ao Des. Ribamar Castro, o qual conheci ainda juiz estadual quando teve assento na Corte na classe dos Magistrados. Não poderia esperar deles outra conduta. Eles dignificam a nossa magistratura.

Nesta noite agradável de sexta pra sábado, com poucas estrelas, mas com uma brisa gostosa e preguiçosa, deixo-me conduzir pelo sonoro vai e vem do mar para agradecer pela semana de vitórias da nossa equipe (homens e mulheres) e dizer a todos que vocês me fizeram muito feliz. Vocês revigoraram a chama deste calejado causidico. Não por acaso, a cada dia, outros colegas nos procuram para ajudar voluntariamente nesta luta. A causa que nos move é nobre e os laços que nos unem nos conduzirão à vitória. Amanhã, vocês poderão dizer para os seus filhos e netos que vocês participaram de um grande feito que foi ajudar a tirar o povo do Maranhão da opressão e todos poderão bater no peito e dizer com orgulho que são maranhenses livres do jugo comunista. Maranhenses que lutaram lado a lado para eleger Lobão, Sarney Filho e Roseana, a guerreira do povo do Maranhão. Vocês estão ajudando o povo a voltar a sorrir outra vez.

Força, coragem e vontade de vencer.

Tenho muito orgulho de todos vocês.